- O Que É a Gestão de Afastamentos e Por Que É Estratégica
- Tipos de Afastamento e Obrigações da Empresa
- O Processo de Retorno ao Trabalho
- Como a Bplan Gerencia Afastamentos com o SOC
- Sua empresa controla afastamentos em tempo real?
- Conheça todos os nossos serviços
- Saúde Ocupacional
- Exame Toxicológico
- Segurança do Trabalho
- Saúde Mental
- eSocial e Compliânce
- Nossas Unidades
O Que É a Gestão de Afastamentos e Por Que É Estratégica
A gestão de afastamentos é o processo que envolve o controle de todos os colaboradores afastados por motivo de saúde — seja por acidente de trabalho, doença ocupacional ou doença comum — desde a notificação até o retorno ao trabalho. Uma gestão eficiente de afastamentos reduz custos, previne reincidências e protege a empresa juridicamente.
Empresas que não gerenciam adequadamente os afastamentos sofrem consequências que vão além do custo imediato: o FAP (Fator Acidentário de Prevenção) aumenta, a alíquota do RAT sobe, o passivo trabalhista cresce e a produtividade cai de forma constante e progressiva.
Tipos de Afastamento e Obrigações da Empresa
Entender os tipos de afastamento é o primeiro passo para uma gestão correta. Cada modalidade tem obrigações específicas da empresa:
- Auxílio-doença (B31) — doença comum: Empresa paga os primeiros 15 dias; a partir do 16º dia, o INSS assume. Exige atestado médico e afastamento no eSocial (evento S-2230)
- Auxílio-doença acidentário (B91): A partir do 1º dia de afastamento o INSS paga, mas a empresa deve emitir a CAT. O trabalhador tem estabilidade de 12 meses após o retorno
- Afastamento por acidente de trabalho típico: CAT obrigatória em até 24 horas do acidente; boletim de ocorrência e perícia médica
- Afastamento por doença ocupacional: CAT obrigatória; exige nexo técnico epidemiológico ou nexo causal individual
- Licença maternidade: 120 dias, pago pelo INSS e descontado da folha da empresa via INSS
O Processo de Retorno ao Trabalho
O exame de retorno ao trabalho é obrigatório pela NR-7 para qualquer afastamento superior a 30 dias, independente do motivo. Ele deve ser realizado no primeiro dia de retorno, antes que o trabalhador reassuma suas atividades. Esse exame é crítico para verificar se o trabalhador está apto para retornar às mesmas funções ou se precisa de restrições, readaptação ou mudança de função.
A ausência do exame de retorno é uma irregularidade frequentemente autuada na fiscalização do MTE e pode ser usada como evidência em ações trabalhistas que alegam negligência da empresa com a saúde do trabalhador. Um bom PCMSO define o protocolo de retorno para cada tipo de afastamento.
Como a Bplan Gerencia Afastamentos com o SOC
O módulo de gestão de afastamentos do SOC, utilizado pela Bplan, permite rastrear cada afastamento em tempo real: início, tipo, CID, dias decorridos, status na perícia médica do INSS, data prevista de retorno e ações necessárias. O sistema emite alertas para o RH quando um afastamento atinge o prazo limite que exige comunicação ao INSS, quando o exame de retorno está pendente ou quando o período de estabilidade do trabalhador acidentado está vencendo.
Essa visibilidade em tempo real é o que diferencia uma empresa que controla seus afastamentos de uma que apenas reage quando o problema já gerou multa, ação trabalhista ou impacto no FAP. Saiba mais sobre como o FAP impacta os custos previdenciários da sua empresa.
Sua empresa controla afastamentos em tempo real?
A Bplan monitora cada afastamento, emite alertas para o RH e garante que os exames de retorno e CATs estejam sempre em dia.
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Saúde Ocupacional
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Saúde Mental
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eSocial e Compliânce
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