Como a exclusão da DIRF vai impactar no eSocial?

O eSocial surgiu em 2014, mas somente a partir de 2018, as empresas e pessoas físicas passaram a transmitir essa obrigação. Esse imposto foi criado com o objetivo de englobar vários tipos de retenções entre Pessoas físicas. Diante desse cenário, a forma como é visto a DIRF – Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte vai mudar completamente.

A implementação do eSocial foi pensada para que um único sistema centralizasse todos os dados das empresas no Brasil. Seu desenvolvimento engloba uma série de obrigações que anteriormente eram entregues de forma separadas. Numa única plataforma, é possível incluir todas as informações que são de interesse da Receita.

O eSocial reúne todas as informações que estão ligadas diretamente ao departamento de RH. Mesmo complexo, o novo sistema conseguiu organizar melhor as rotinas contábeis e otimizar trabalho e tempo.

 

Ajustes na DIRF

No eSocial, há três modelos para compartilhar informações com a Receita Federal. O primeiro evento é chamado de S-1200 e engloba o demonstrativo de pagamentos ou contracheque, proventos, descontos que vão compor a base de cálculo.

O segundo evento é o S-1210 e é referente ao pagamento de um evento anterior, com regime de competência diferente da origem, ou seja, um pagamento de uma remuneração de março em abril. Pode englobar os seguintes eventos: S-1200, S-1207, 1202, S-2399 ou S-2299.

No entanto, para apurar valores de retenção da DIRF, há outros dados que são necessários como pensão de alimentos, dependentes específicos, contribuição previdenciária, entre outros. Pensando nisso, a Receita Federal desenvolveu um terceiro evento para receber esses dados, o evento tem o código S-1220. A justificativa dada é para não tornar o sistema ainda mais complexo e de difícil cumprimento.

O fim da DIRF

grupo bplan

O eSocial alterou a forma como a DIRF é vista. Dentro da plataforma, na aba “pagamentos diversos”, os contribuintes podem incluir todas as informações necessárias para declarar a DIRF.

Como as empresas podem incluir e enviar esses dados mensalmente, otimiza o tempo e trabalho. É evidente que a DIRF não será substituída imediatamente pelo eSocial. Os contribuintes precisam se adaptar as todas essas mudanças.

Com isso, o fim da DIRF ainda não tem data marcada. Mas já há a orientação formal para que as empresas deixam de entregar essa declaração. Isso vai ajudar a reduzir riscos de erros e possíveis multas.

Cabe as empresas ficarem atentas às mudanças que ainda vão surgir da Receita Federal. Quer saber sobre o assunto? CLIQUE AQUI PARA FALAR CONOSCO NO WHATSAPP

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